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sábado, 13 de agosto de 2016

Serei sempre Criança!


Sou uma eterna sonhadora. 
Quem acredita sempre alcança.
O tempo vai passando 
e vai trazendo a mudança.
Mas eu serei sempre criança!

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.


A árvore das flores


Encontrei esta árvore
em Santo Amaro de Oeiras.
De copa frondosa
e lindas flores.

Apanhei uma delas.
Parecia uma rosa!
Guardei-a para mim
em forma de prosa.

A prosa não publiquei.
Mas a poesia ficou
a par do meu desejo.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

Se o silêncio falasse...

Se o silêncio falasse
o que diria de mim?
Algo que justificasse
porque sou assim.

Se o silêncio falasse
o que faria comigo?
Talvez me levasse para longe,
onde não existisse silêncio.

Se o silêncio falasse
o que me pediria?
Talvez umas palavras bonitas
cheias de amor e poesia.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

Rascunho

Tentei escrever um poema
mas ficou como rascunho.
Achei que ninguém o leria.
Pensei que ninguém gostaria.

Mas as palavras catapultavam
em cada passo que eu dava.
Decidi deixa-las fluir
e o poema começou a florir.

Quanto mais avançava
mais confiante ficava.
Descobri que mesmo um rascunho
pode fazer alguém sorrir.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

Torre de Controlo

Na torre de controlo
dos nossos pensamentos
há reações químicas
e muitos sentimentos.

A nossa mente controla
tudo aquilo que fazemos.
E quando não o faz,
nós nos perdemos.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Um bom motivo para escrever!

É nas insónias que me encontro
porque consigo escrever
tudo o que me incomoda
ou me faz sofrer.
Também o que é bom
e me dá prazer.

É nas insónias que encontro
um bom motivo para viver.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

Acaso ou Destino?

As pessoas não se cruzam connosco por acaso. Existem situações que me fazem acreditar que estamos todos interligados por uma força maior. Uma energia inesgotável que nos dá alento nos momentos mais difíceis e que está connosco partilhando as alegrias. Por vezes paro e penso: Se aquilo não tivesse acontecido, não encontraria determinada pessoa na minha vida! E é absolutamente verdade. Há pessoas que parece que conheço desde sempre, embora só as conheça há 1 ou 2 anos. Outras, que conheço desde sempre, parecem não me compreender, permanecendo assim distantes da minha vida. É tão estranho! Mas acontece. E o mais engraçado nisto tudo é que aquelas pessoas de quem não esperas nada, são essas que te ajudam quando precisas. As outras, que por qualquer afinidade deviam estar contigo, nem querem saber se consegues resolver ou não determinada situação. Nós somos feitos de energia e estamos ligados àqueles que têm os mesmos interesses que nós. Aquilo que nós acreditamos, nós atraímos. Mesmo que não acreditemos nisso, é essa a realidade e acontece todos os dias. Será acaso ou destino? Bem, eu não acredito na definição de destino como ela é apresentada. Para mim o destino não é linear. Podemos ter um destino, mas também podemos contornar esse destino com as nossas escolhas. Uma acção diferente, fará um destino diferente. Mas não acredito que as coisas que acontecem sejam por acaso. Tudo tem uma explicação lógica mesmo que não a entendamos no momento. É interessante reflectir sobre isso, porque são tantas as coisas que nos acontecem que tentamos entender, no entanto não têm um significado imediato. Só depois de alguns anos terem passado é que se faz luz e entendemos o porquê de determinada situação. Hoje fiquei a pensar sobre isto talvez por causa de uma conversa com uma amiga. Faz todo o sentido!

Uma mensagem aos leitores

Queridos leitores e amigos da Rainha, já devem ter reparado que tenho estado menos focada no blogue, mas não deixo de vir aqui quando tenho o tempo mais livre. A Rainha nasceu há mais de 5 anos. Tem sido uma ajuda para mim, no sentido de desenvolver a minha escrita e principalmente para divulgar a minha poesia. A Cultura e a Arte também estão sempre presentes por aqui. De quando em vez, publico outras coisas para compensar os dias em que não me apetece tanto escrever. A minha vida profissional tem sofrido mudanças significativas, o que significa que os meus gostos também mudaram. Quando escrevo, gosto de sentir a situação como minha. Gosto de escrever com a alma e tocar o coração dos leitores. Quando isso não acontece, seja porque estou focada em outra coisa, ou porque não é o melhor momento, acabo por não publicar. Muitos são os rascunhos não publicados, neste blogue. Muitas são as folhas de papel cheias de palavras soltas que só para mim fazem sentido! Existem momentos em que as palavras não fluem com a mesma destreza. Daí que posso passar um ou dois dias sem vir aqui. Um blogue não serve para despejar palavras, mas sim para partilhar com outras pessoas um pouco de nós. Desde já quero agradecer a todos aqueles que seguem o meu trabalho literário, seja desde o início, seja mais recentemente. São vocês que fazem o blogue acontecer. As vossas visitas e os vossos comentários dão-me mais razões para continuar. A todos, muito obrigada por continuarem desse lado!

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Visita ao Museu da Marinha



Queridos leitores e amigos da Rainha, ontem fui visitar o Museu da Marinha, em Lisboa. A visita foi bastante interessante porque me levou a uma viagem no tempo dos descobrimentos Portugueses.


Na entrada do Museu

Um quadro lindíssimo!

Pintura sobre a tela retratando o rio Tejo e a Torre de Belém






No Museu estão algumas peças em destaque tais como pequenas embarcações feitas à mão para ilustrar as diversas embarcações que foram utilizadas quando os Portugueses se lançaram à descoberta de outros lugares.

O objecto seguinte trata-se do Cofre da Família Real. Onde eram guardadas as joias, a coroa da Rainha e provavelmente outros Tesouros encontrados naquela época.



No piso de cima encontrei esta exposição de quadros alusivos ao mar. Achei lindas, as obras de Arte!




Mesmo em frente ao Museu da Marinha, encontra-se outro Museu: o Museu das Galeonas.

Para quem não sabe, as Galeonas eram embarcações Reais. As Rainhas e as mulheres que as acompanhavam viajavam nestes barcos na época dos descobrimentos.




Existem muitos lugares em Lisboa onde o presente e o passado se juntam. Vale a pena visitar e ficar a conhecer a nossa história.

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