sexta-feira, 11 de julho de 2014

As Palavras - de Inês Gama



Queridos leitores e amigos da Rainha, conheci as palavras da Inês quando me foi solicitado que as lesse numa das tertúlias de poesia que tive o prazer de participar. Gostei do que li e recomendo-o, apesar de neste momento me ser difícil adquirir um exemplar pois, como sabem, a minha situação financeira não é das melhores. E por mais que eu queira, não posso comprar o que preciso, quanto mais aquilo que desejo! Bem, findo o pequeno desabafo, quero dizer que apreciei honestamente "As Palavras" porque são palavras de uma jovem poetisa que sabe bem o que diz. Ontem, dia 10 de Junho, a Inês completou as suas 18 Primaveras e por esse motivo deixo aqui uma homenagem a tão nobre e jovem Escritora.


Pediram-me para ler as tuas palavras
numa alegre tertúlia de poesia.
Aceitei de bom grado a ideia
de ler o que ainda não conhecia.

Gostei sinceramente do que escreveste
e identifiquei-me com alguns dos teus poemas.
Passei os olhos ponta a ponta
e esforcei-me para estar à altura
de tão nobre aventura.

Passei no teste das palavras
e com aplausos fui recebida.
Comovida fiquei com a leitura
pois a poesia é a minha vida.

Pelas tuas 18 Primaveras
tenho a dizer o seguinte:
Desejo-te sucesso na vida
e na arte de escrever.
Tens um longo percurso.
Não te deixes perder!

Na aventura da escrita
tens um longo caminho.
Agarra-te ao teu sonho
com emoção e carinho.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

Receitas da Rainha - Arroz simples com Cogumelos



Queridos leitores e amigos da Rainha, visto que cheguei tarde a casa e com uma fome descomunal decidi fazer algo simples, mas consistente, para aconchegar o estômago. Procurei na dispensa e no frigorífico e encontrei duas coisas que me despertaram de imediato. Uma delas foi uma pequena lata de cogumelos laminados que estava bem escondida, mas que eu descobri prontamente. Depois pensei no acompanhamento. Optei por fazer um arroz simples por ser mais rápido de preparar.

Tempo de preparação: 
10 minutos

Ingredientes:
Uma lata de cogumelos laminados
1/2 chávena de arroz
1/2 cebola
1 dente de alho
azeite q.b.
sal q.b.
1 colher de sopa de manteiga
1 colher de sopa de limão ou vinagre balsâmico

Preparação:
Fiz um refogado com a cebola, juntei o arroz e um pouco de sal. Enquanto o arroz cozinhava, preparei a frigideira. Coloquei a colher de manteiga, deixei derreter, juntei o alho picado, a colher de limão e temperei com sal. Por fim, juntei os cogumelos e deixei ferver em lume brando. Por fim, coloquei os cogumelos no prato com o arroz já cozido a fim de me deliciar com a minha receita improvisada.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Os encantos da noite

Quero apreciar a noite.
Deliciar-me com a sua textura.
Descobrir todos os recantos
e afaga-la com ternura.

Os encantos da noite
são diversos e especiais.
Enquanto dormimos
perdemos os festivais.

Quero apreciar a noite
com toda a sua beleza.
E guardar esse banquete
que carece de pobreza.

E todas as noites
desperto o meu ser
para apreciar a arte
que está a acontecer.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

O que faço com as palavras?

Por vezes pergunto-me
se vale a pena escrever
pois, nem sempre tenho
uma opinião a acontecer.

Se ninguém comentar
é porque ninguém leu.
Então para quê escrever?
Sim, por quê eu?

O que faço com as palavras
que estão dentro de mim
se ninguém atentou nelas?

O que faço com as memórias
que partem do meu coração
se ninguém quiser lê-las?

Deixo ao vosso critério
a suposta solução.
Não quero ser chata
Ai, isso é que não!

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

A Rainha e os 500 Likes


Obrigada a todos aqueles que têm contribuído de forma positiva para o crescimento da Rainha.

https://www.facebook.com/RainhadasInsonias

A questão das partilhas - parte 2

Queridos leitores e amigos da Rainha, ontem fiz uma pequena reflexão sobre aquilo que deve, de facto, ser partilhado e o que não deve, de forma alguma, ser partilhado nas redes sociais. Hoje, vou falar sobre o mesmo assunto, mas de uma perspectiva diferente.

Já sabemos que não devemos partilhar algo de outra pessoa que seja demasiado pessoal, como por exemplo: Números de telefone, fotografias, local de trabalho, vida familiar, etc. No entanto, se virmos algum artigo do nosso interesse, ou uma notícia num site, podemos, e muitas vezes devemos, partilhar para divulgar esse mesmo assunto. Uma das funções das redes sociais actualmente é precisamente a partilha de informações relevantes por determinado grupo de pessoas que têm os mesmos interesses.

Mas, de que forma devemos partilhar? Essa é uma questão bastante importante pois, a forma como o fazemos vai determinar a importância do assunto, ou a importância da pessoa que escreveu sobre esse assunto. Por exemplo: Quando vemos uma notícia num site e a partilhamos no Facebook, não é necessário falar na pessoa que escreveu, porque o próprio site já indica isso no final da notícia. E se virmos um texto interessante, ou mesmo uma frase que nos toca pessoalmente, ou simplesmente um poema com o qual nos identificamos, como devemos fazer? É muito simples. Existem na nossa língua sinais de pontuação que nos ajudam a dar crédito à pessoa que escreveu: Refiro-me às "aspas". Por exemplo, se as palavras não são minhas, mas eu quero partilha-las, começo a frase com as aspas, escrevo o que pretendo escrever e termino com as mesmas, ou seja, "texto". E no fim posso dizer quem foi o autor daquele texto, ou daquela frase, ou daquele poema. Isto é de extrema importância pois, não é nada agradável ver coisas escritas por mim e perceber que algumas pessoas não reconhecem o meu trabalho. Trata-se apenas de ter algum respeito pelos direitos de autor.

Em resumo: 
Posso partilhar? Depende, é pessoal? Não. Não é pessoal? Sim! 
É um artigo amplo ou uma notícia? Posso partilhar sem problemas. 
É uma frase, parágrafo ou poema? Partilho com aspas " " e indico o nome do autor. 

Queridos leitores espero que tenham ficado bem esclarecidos sobre este assunto. Se tiverem alguma questão, estou aqui para vos responder. :) 

quarta-feira, 9 de julho de 2014

A questão das partilhas - parte 1

Queridos leitores e amigos da Rainha, hoje vamos falar de partilhas. Não! Não estou a falar de heranças. Estou a falar de algo bastante comum nos dias de hoje que gera alguma controvérsia. Quando escrevo alguma coisa no blogue e depois partilho essa informação nas redes sociais a tendência de certas pessoas é perguntar se podem partilhar o assunto. Obviamente que a minha resposta é SIM. No entanto, é necessário ter bom senso para perceber quando não se deve fazer isso, ou perceber de que forma o devemos fazer sem prejudicar a outra pessoa. Eu entendo esse receio que as pessoas sentem ao invadir o espaço do outro partilhando algo que não é seu. Por isso, sinto-me na obrigação de esclarecer os meus leitores sobre as regras da partilha.

Quando as redes sociais foram criadas, não havia forma de partilhar fosse o que fosse. A informação era estática e as imagens também. Mais tarde apareceram as mensagens instantâneas (chat) que permitiam que os usuários da rede comunicassem entre si através de mensagens escritas e de ficheiros, como hoje em dia ainda se faz. Com o tempo essas redes evoluíram e temos nas mesmas uma rede de contactos com os mesmos interesses que nós que podem partilhar informações de outras pessoas. O problema que se coloca é: Como sei se posso partilhar determinada informação?

Informações pessoais

No caso das informações pessoais, devemos parar e pensar em nós mesmos. Será que partilho com toda a gente o meu número de telefone? Será que partilho com toda a gente algo sobre a minha família? Será que partilho com toda a gente o que faço profissionalmente? Essas são apenas algumas perguntas nas quais devemos reflectir pois, normalmente não fazemos aos outros aquilo que não gostamos que os outros nos façam. Logo, é provável que cheguemos à conclusão que não devemos partilhar informações pessoais de outros sem a sua prévia autorização.

Informações sobre determinado assunto

Neste caso a partilha serve um objectivo diferente. Suponhamos que temos um problema de saúde que nos leva a procurar respostas na Internet sobre esse assunto. É provável que tenhamos vontade de partilhar algo sobre isso para vermos mais tarde. E se esse mesmo assunto for importante para mais alguém? Ao partilhar essa informação pode estar a ajudar-se a sim próprio, bem como a ajudar alguém que está numa situação idêntica. É neste sentido que a partilha é importante. Quando podemos comunicar com outros que sentem o mesmo que nós ou que têm os mesmos interesses que nós, cuja partilha seja de certa forma uma mais valia, é correcto partilhar.

Em suma, nos dias de hoje, a partilha tornou-se cada vez mais importante. Mas é absolutamente necessário ter o bom senso de perceber o que deve, ou não, ser partilhado. Além disso, a forma como se deve partilhar também é de extrema importância. Mas este assunto ficará para um próximo post. 

terça-feira, 8 de julho de 2014

Os sinais

Agarro-me a um futuro que não existe
iludida com as perdas que a vida me dá.
Nem sempre estamos dispostos a sofrer
mas ignoramos os sinais que o corpo nos dá.

O cansaço, o enjoo, a vontade de fugir
são mais fortes que o tesouro
que podemos descobrir.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

Da lua, meu olhar não esquece!

Fechei os olhos e tentei dormir
mas o sono não apareceu,
sorri ao ver que para mim
não existe sono como o meu.

Prefiro sonhar acordada
enquanto caminho pela estrada.
Anseio dormir tranquila
mas por vezes fico perdida.

Enquanto não me encontro
o sono não aparece.
Então, olho as estrelas à noite.
E da lua, meu olhar não esquece.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

Para que serve a poesia?

Gosto de poesia. Comecei a gostar porque quando a descobri já brincava com as palavras. Ao princípio não a percebia. Mas o que lia, soava-me bem! Comecei com a rima. Essa é a principal característica dos meus poemas. Nem sempre a poesia tem de rimar, mas eu gosto. Inicialmente ia para a cama a pensar em todas as palavras que rimam. Escola, que rima com bola, que rima com cola, que rima com mola, que rima com sola, que rima com pistola, que rima com... que rima com... que rima com... e às tantas não conseguia dormir porque me entusiasmava demasiado com a brincadeira. Aos poucos aprendi o por quê deste género literário. Para que serve a poesia? Bem, a poesia tem muitas funções. Para quem a escreve, pode servir de relato simples da vida quotidiana, pode servir como exorcismo dos fantasmas do poeta, pode servir para lavar a alma, acalmar o íntimo, ou simplesmente pelo prazer de brincar com as palavras. Existem as mais diversas razões para se escrever poesia. O importante é que esta venha da alma de quem escreve. Escrever poesia implica sintonizar-se com o seu coração para que as palavras sejam verdadeiras. E para o leitor, para que serve a poesia? Serve para apreciar a arte de poetizar, serve para sentir o que o poeta sentiu, serve para se libertar das suas próprias ansiedades, serve para saber que alguém entende o meio em que está inserido. E é tão importante entender o poeta! Na minha opinião, a poesia deve ser algo fácil de entender, para que o sentimento vivido pelo poeta seja partilhado com o leitor de forma concreta. 

Ser Vendedor - Acróstico

Servir o cliente.
Entender, estar ciente.
Reavaliar com a mente.

Vencer os obstáculos.
Evidenciar factos.
Não desistir à primeira.
Driblar os medos.
Endireitar-se na cadeira.
Dirigir os seus passos.
Obter sucessos.
Reavaliar retrocessos.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

Tenho de lá voltar!



Parece que foi ontem que saí destas instalações com uma saudade antecipada. Tenho de lá voltar para ir buscar o meu certificado de fotografia, mas ainda não fui contactada a esse respeito. Aliás, penso que ainda ninguém foi contactado neste sentido. Ah, mas tenho de lá voltar. Foram muitos os momentos vividos, os momentos captados com olhos de ver, com a objectiva que me acompanha a cada passo que dou. Tenho de lá voltar e matar as saudades de um curso que aos poucos me abre portas valorizando os meus conhecimentos.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

O que me reserva, o futuro?

Queridos leitores e amigos da Rainha, hoje começa uma nova etapa da minha vida. A luta pela sobrevivência tem sido uma constante e espero bem que todo este esforço resulte de forma positiva. Por vezes, temos de fazer escolhas para alcançar os nossos objectivos. Nem sempre essas escolhas são fáceis, mas são importantes para o nosso crescimento. Espero que consiga estabilizar, de modo a trazer mais e melhor conteúdo para a minha escrita, além de adquirir experiência extra para aquilo que já faço diariamente. Quem sabe, o que me reserva o futuro!... As incertezas agitam-me, mas sei que mais tarde ou mais cedo, vou conseguir!